O modelo Zona Franca no Amazonas se reafirma como um bastião de desenvolvimento regional. Comemorando 59 anos, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) não apenas marca um aniversário, mas uma jornada de conquistas, especialmente diante do recente desafio da Reforma Tributária. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) teve um papel crucial na defesa desse modelo econômico, garantindo que o sustento de muitas famílias continuasse protegido.
Desafios da Zona Franca e a Defesa de Braga
Defender o modelo Zona Franca, cuja importância se estende além de uma simples política fiscal, exigiu articulação e resiliência. Durante as negociações da Reforma Tributária, Braga assumiu a posição de defensor vigoroso dos interesses amazonenses. Sua atuação destacada no Congresso Nacional foi fundamental para garantir a manutenção da competitividade do Polo Industrial de Manaus (PIM), especialmente em tempos de incertezas.
A Importância do Emprego e Sustentabilidade Econômica
O senador reforçou: “Não foi fácil defender o emprego dos amazonenses, mas com o MDB no Senado, ninguém vai levar embora a nossa Zona Franca.” Com essa afirmação, Braga enfatizou a segurança do modelo para as futuras gerações. A blindagem política proposta por ele reflete diretamente em números positivos, mostrando que o Polo Industrial de Manaus está vivendo um momento de expansão.
Resultados Positivos e o Futuro do Amazonas
Para o trabalhador do Distrito Industrial, a proteção oferecida por Braga se traduz em tranquilidade e perspectivas. Com a segurança jurídica e econômica garantida, o estado do Amazonas vislumbra um futuro otimista. O próximo passo é continuar a atrair investimentos e modernizar o Polo, buscando um equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação da floresta.
Ao se aproximar de seis décadas, a Suframa também demonstra a importância da luta e da coragem de seus defensores. Juntos, Eduardo Braga e Suframa continuam a moldar um Amazonas cada vez mais forte e desenvolvido, em prol de uma sociedade que sonha com um futuro próspero.