Saiba quem são todos os suplentes dos candidatos ao Senado no Amazonas.

Saiba quem são todos os suplentes dos candidatos ao Senado no Amazonas.

Com as eleições se aproximando, o foco das atenções se volta para as chapas que concorrem ao Senado no Amazonas. A escolha dos suplentes é um fator determinante, pois são eles que ocuparão as cadeiras em caso de necessidade. Os perfis dos candidatos variam entre empresários, professores e lideranças comunitárias, refletindo a diversidade local.

Chapa de Wilson Lima (União Brasil)

Os candidatos a senador pela coligação “União pelo Amazonas”, liderados pelo governador Wilson Lima, têm Luís Mário Bonates como primeiro suplente e Babá Tupinambá como segundo.

1º Suplente: Luís Mário Bonates (União Brasil)

Luís Mário Bonates, natural de Manaus (AM), é um administrador de 33 anos. Casado e com base educacional em ensino superior, Bonates declara uma cor/raça parda. Com um patrimônio total de R$ 1.516.270,63, seus bens incluem imóveis, participações em empresas e aplicações financeiras.

2º Suplente: Babá Tupinambá (PP)

Babá Tupinambá, vereador de origem em Sobral (CE), possui ensino fundamental completo e é solteiro. O candidato, que se autodeclara de cor/raça parda, possui um patrimônio total de R$ 811.631,13, incluindo apartamentos e cotas sociais em empresas.

Chapa de Capitão Alberto Neto (PL)

A candidatura de Capitão Alberto Neto pelo PL traz Alessandro Bronze como primeiro suplente e Mário Bastos como segundo.

1º Suplente: Alessandro Bronze (PL)

Alessandro Bronze, um empresário de Niterói (RJ), tem um patrimônio anunciado de R$ 23.440.559,98. Seus bens incluem imóveis, participações sociais consideráveis, e um grande montante em dinheiro, além de veículos de alto valor.

2º Suplente: Mário Bastos (PL)

Mário Bastos, ex-deputado e natural de Manaus, registrou um patrimônio de R$ 85.577,57, a maior parte representada por um veículo avaliado em R$ 85.000,00.

Chapa de Eduardo Braga (MDB)

Eduardo Braga, senador em exercício, concorre pela coligação “FORÇA AMAZONAS”. Sandra Braga e Miguel Biango completam a chapa como suplentes.

1ª Suplente: Sandra Braga (MDB)

Sandra Braga, uma empresária de 64 anos, declarou um patrimônio de R$ 6.435.906,76, com ativos que incluem participação significativa em uma empresa e diversos investimentos financeiros.

2º Suplente: Miguel Biango (MDB)

Miguel Biango, arquiteto que vive no Rio de Janeiro, possui um patrimônio de R$ 2.638.383,00, com uma ampla diversidade em imóveis e investimentos.

Chapa de Plínio Valério (PSDB)

A chapa de Plínio Valério busca a reeleição e conta com a presença marcante de mulheres. Kelly Barbosa e Professora Judite são as suplentes.

1ª Suplente: Kelly Barbosa (PSDB)

Kelly Barbosa, comerciante de Tefé (AM), declarou um patrimônio de R$ 150.000,00, correspondente a um único veículo automotor.

2ª Suplente: Professora Judite (PSDB)

Professora Judite, uma educadora de 69 anos, possui um patrimônio total de R$ 635.956,26, com bens incluindo uma casa e veículos.

Chapa de Dailson Corrêa (DC)

Dailson Corrêa representa a chapa do Democracia Cristã (DC), trazendo Isaías Amazonas e Capelão Roberto como seus suplentes.

1º Suplente: Isaías Amazonas (DC)

Isaías é um empresário de Manaus, com patrimônio total de R$ 1.100.000,00, formado por participações empresariais.

2º Suplente: Capelão Roberto da Silva (DC)

Com um patrimônio de R$ 42.024,00, Capelão Roberto declarou possuir motocicletas e cotas em uma empresa.

Chapa de Evandro de Oliveira (PSTU)

A candidatura do PSTU é composta por Evandro de Oliveira, junto de Antonio Neto e João Rebouças como suplentes. Essa chapa destaca a luta pela educação e direitos dos trabalhadores.

1º Suplente: Antonio Neto (PSTU)

Antonio Neto, um professor universitário, declarou não possuir bens, destacando seu compromisso com a educação.

2º Suplente: João Rebouças (PSTU)

João Rebouças, arqueólogo, declarou um patrimônio de R$ 114.977,20, com um veículo e aplicações.

Com perfis diversos e uma ampla gama de experiências, os candidaturas refletem a riqueza do cenário político no Amazonas. As escolhas para suplência não são apenas um complemento, mas fundamentais para o futuro da representação no Senado.

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