Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, tomou posse a nova diretoria da Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon) para o biênio 2026-2027. A solenidade, realizada na sede do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília/DF, contou com a presença de representantes do sistema de controle externo, autoridades públicas e parceiros institucionais.
Fortalecimento do Controle Externo
Com a proposta de intensificar a cooperação entre os Tribunais de Contas brasileiros, o novo corpo diretivo assume compromissos que visam ampliar a participação institucional em debates nacionais sobre fiscalização, integridade e eficiência da gestão pública.
Compromissos e Ações da Nova Diretoria
A Conselheira Substituta Milene Cunha, reconduzida à presidência, enfatizou que o foco será a consolidação de estratégias para a unicidade da magistratura de contas. Ela destacou a importância da ação coordenada das instituições, com competências bem definidas, e um compromisso contínuo com a coerência constitucional. “O controle externo só se tornará mais forte se agir de forma coordenada”, afirmou.
Inovação e Inclusão no Controle da Administração Pública
A presidente da Audicon ressaltou que a associação vai investir em ações formativas continuadas, produção de estudos técnicos e no fortalecimento do diálogo interinstitucional. Além disso, mencionou a necessidade de estar atenta aos desafios contemporâneos e de atuar de forma propositiva e colaborativa. Entre as metas destacadas estão o estímulo ao desempenho inovador e o acompanhamento de reformas legislativas que impactem o modelo constitucional de controle.
Durante a cerimônia, Milene Cunha reforçou a importância da liderança feminina no controle externo. A presença de mulheres em posições de destaque tem ampliado perspectivas e contribuído para decisões mais qualificadas, inspirando novas gerações a participarem ativamente do processo de construção de instituições mais inclusivas e representativas.
Com o início deste novo ciclo, a Audicon prevê uma gestão orientada pela articulação nacional e pelo compromisso com a defesa das prerrogativas institucionais, visando um controle externo cada vez mais qualificado e alinhado ao interesse público.