A mais recente ofensiva do Radar Amazônico contra a presidente do portal CM7 Brasil, Cileide Moussallem, desmoronou oficialmente na Justiça. A blogueira Any Margareth, conhecida como “Boladona”, divulgou em seu site uma série de acusações que envolviam suposta falsificação documental atribuída à empresária. No entanto, a decisão da 8ª Vara Criminal de Manaus, publicada em 11 de novembro de 2025, demonstrou que nada do que foi afirmado pelo portal adversário se sustentava diante das provas.
O caso, que ganhou grande repercussão após a divulgação das fake news, foi analisado minuciosamente pelo Judiciário, que concluiu pela total improcedência das acusações. Segundo a sentença, o conjunto de elementos apresentados não tinha força probatória suficiente para justificar qualquer condenação. Na prática, a decisão expõe diretamente a falta de responsabilidade do Radar Amazônico ao transformar uma narrativa infundada em suposto escândalo público.
A fragilidade das alegações levantadas por Any Margareth foi tão evidente que o próprio Ministério Público do Amazonas (MPAM), inicialmente parte interessada no processo, reconheceu em suas alegações finais que não havia elementos concretos contra Cileide Moussallem. O órgão pediu a absolvição da empresária, entendimento que foi acompanhado integralmente pelo magistrado responsável pelo caso.
Especialistas em direito digital e combate à desinformação apontam que episódios como este revelam um padrão recorrente de ataques que não se sustentam quando confrontados com documentos oficiais. Segundo aliados e equipes jurídicas ligadas ao CM7 Brasil, Any Margareth costuma acionar o Radar Amazônico para tentar neutralizar denúncias feitas pelo portal contra figuras políticas com as quais mantém proximidade. Incapaz de responder às investigações jornalísticas com fatos, a blogueira frequentemente recorre à criação de narrativas distorcidas ou totalmente inventadas.
A absolvição de Cileide é vista por apoiadores como uma vitória não apenas pessoal, mas também institucional, ao reafirmar que acusações fabricadas não resistem ao crivo da Justiça. A decisão reforça a necessidade de responsabilidade no ambiente digital, sobretudo quando acusações atingem diretamente a honra e a credibilidade de uma profissional com atuação consolidada no jornalismo regional.
A sentença encerra mais um capítulo de uma disputa marcada por desinformação, ataques pessoais e tentativas de manipular a opinião pública. Para o CM7 Brasil, o episódio reforça a importância de combater fake news com transparência, documentação e respeito aos fatos.