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Eu sou mãe solo e sei a dor de criar um filho sozinha: Yomara Lins

Eu sou mãe solo e sei a dor de criar um filho sozinha: Yomara Lins

Manaus – Durante entrevista ao programa Banzeiro de Mulher, desta quinta-feira (13/8), do Portal CM7 Brasil, a vereadora Yomara Lins (Podemos) falou sobre sua trajetória pessoal e destacou a experiência de ser mãe solo como uma das razões que a aproximam das mulheres que enfrentam diariamente os desafios da maternidade sem uma rede de apoio.

“Eu sou mãe solo, por isso sei a dor de criar um filho sozinha”, afirmou Yomara. A declaração reforça uma pauta que vem ganhando espaço em sua atuação pública: a defesa de políticas públicas que ofereçam mais oportunidades, proteção e condições para que mães possam cuidar de seus filhos e, ao mesmo tempo, buscar sua independência.

Para a vereadora, conhecer essa realidade na prática permite compreender de forma mais sensível as dificuldades enfrentadas por milhares de mulheres. Entre os principais desafios estão a necessidade de conciliar trabalho e maternidade, garantir o sustento da família e encontrar apoio para a criação dos filhos.

Desafios enfrentados pelas mães solo

Yomara Lins defende que o poder público tenha um olhar cada vez mais atento para essas mulheres, fortalecendo políticas voltadas à geração de oportunidades, qualificação profissional, empregabilidade e assistência às famílias. Os desafios enfrentados pelas mães solo são muitos. Muitas vezes, elas precisam lidar com a pressão de serem as únicas responsáveis pelo sustento e pela educação dos filhos, o que pode ser desgastante e isolante.

Entre as evidências dessa situação, destaca-se a dificuldade em manter um equilíbrio entre a carreira e os afazeres domésticos. Isso pode levar à estigmatização e à exclusão social. Além disso, na maioria das vezes, essas mães não têm acesso a uma rede de suporte que as ajude a superar esses obstáculos, tornando a jornada ainda mais árdua.

Ações necessárias para o apoio às mães

Yomara Lins é uma voz ativa na luta por políticas públicas que atendam às necessidades das mães solo. Para ela, ações como creches gratuitas, programas de capacitação profissional e assistência psicológica são essenciais para garantir que essas mulheres possam não apenas sobreviver, mas prosperar. “Quando a gente conhece a dor, a gente também entende a responsabilidade de trabalhar para transformar essa realidade”, destacou.

Um olhar mais atento do poder público pode fazer toda a diferença. O fortalecimento de programas que visem inclusão e dignidade pode ajudar a mudar a vida de muitas mães e, consequentemente, das crianças que dependem delas. “As mães solo precisam ser vistas, ouvidas e ter políticas públicas que realmente façam a diferença na vida delas”, insistiu a vereadora.

O papel da sociedade na transformação

A luta por melhor assistência às mães solo também deve ser uma preocupação da sociedade como um todo. As famílias precisam se unir para derrubar estigmas e preconceitos. É fundamental que toda a comunidade se mobilize em torno dessa causa, criando um ambiente de apoio e solidariedade. O engajamento social pode resultar em uma rede de apoio que possibilite às mães encontrar recursos, seja em forma de ajuda financeira, emocional ou prática.

A valorização da mulher, especialmente da mãe solo, é parte de uma agenda mais ampla que busca justiça e equidade. Em última análise, reconhecer a luta das mães solo é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Assim, a partir da escuta das experiências e das necessidades dessas mulheres, podemos avançar em direção a um futuro melhor.

Confira entrevista:

.https://linkdoentervista.com/video.mp4

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